TRADUTOR
terça-feira, 27 de setembro de 2011
“Dos gaditas se passaram para Davi, ao lugar forte no deserto, homens valentes adestrados para a guerra, que sabiam manejar escudo e lança; seus rostos eram como rostos de leões, e eles eram tão ligeiros como corças sobre os montes”. I Cr 12.8
Neste último domingo,a Igreja Batista Shalom em Rio das Ostras,foi mais uma vez despertada e desafiada a alcançar novos níveis de relacionamento com Deus e a qualificar seu modo de vida. E no tocante a esta última questão, o texto acima transcrito, nos serviu de base para tudo o que foi dito, naquela noite inesquecível. Aprendemos que tudo o que se refere ao Reino de Davi, no Antigo Testamento, está direto ou indiretamente ligado ao Reino de Jesus, que se manifestou no Novo Testamento e que se estende até nossos dias( Mt 4.17). Assim sendo, entendemos que todas as pessoas que a Davi se ajuntaram a fim de que seu reino fosse estabelecido, eram representações proféticas daqueles que posteriormente fariam parte do Reino de Cristo. Você é um desses? Perceba que todas aquelas pessoas que se ajuntavam a Davi traziam consigo uma característica que lhes dava destaque e em I Cr 12. 8, destaca-se a dos gaditas, homens cujo o aspecto dos rostos, era semelhante ao de leões.
Este foi o maior objetivo daquela noite, a de gerar na igreja uma “agressividade leonina” onde cada ouvinte viesse a se tornar um leão na captura de tudo aquilo que tem sido alvo das hienas da corrupção, da imoralidade, da prostituição e de toda sorte ataques e afrontas contra o nossos ninhos, nossos lares. Minha expectativa repousa na esperança em que Deus levantará nestes últimos dias, verdadeiros Leões que através de seu rugido, representado por sua voz, seu clamor e seu inconformismo, se despertem e se levantem no meio de uma geração de “gatos adormecidos” a fim de se posicionem segundo os três princípios da mensagem daquela noite.
Leões estabelecem Territórios
Nossa famílias, nossos filhos, nossas esposas, estão carentes de leões dentro de casa. Qualquer predador sabe que o maior perigo está do lado dele ao entrar no território do leão. Em nosso tempo, somos nós quem temos corrido risco de sobrevivência familiar, pois nossos lares estão sendo invadidos pelos predadores sociais, que por sua vez devoram a comunhão, o diálogo e o verdadeiro conceito de família. Até no chamado meio evangélico, já há quem questione a legitimidade do casamento como instituição divina e sua real necessidade. Os predadores invadiram de tal modo que até em debates de rádio é possível assistirmos conceitos filosóficos acerca da família que denunciam a urgente necessidade de rugirmos diante desta invasão conceitual humanista. Reflita nisto e estabeleça sua casa como território do leão, ruja, lute proteja sua família. Seja um gadita do Rei.
Leões são respeitados pela Atitude
O segundo princípio desta pregação foi para despertar a igreja, e agora você que está lendo esta postagem, que leões são líderes por natureza e a primeira e maior prerrogativa de um líder está em sua capacidade em tomar decisões em momentos estratégicos. Sim, nossas famílias precisam de líderes com aspecto de leão. Maridos que liderem sua casa, mulheres que governem seus filhos e filhos cuja as Atitudes sejam reflexos das Atitudes copiadas de um lar de respeito. Os leões impõem respeito só pela presença, a postura que assumem, seu olhar e seu rugido são percebidos por todos como Atitudes de respeito. O desrespeito de maridos por suas esposas, a desvalorização das esposas por seus esposos e a desobediência dos filhos aos pais, nada mais são do que o resultado da ação dos predadores da selva da vida. A presença de um pai já não exige da parte de ninguém uma atitude de respeito, assim sendo, xingar um palavrão perto de uma pessoa mais velha ou ignorar sua presença que permanece de pé enquanto o mais novo está sentado, é uma coisas absolutamente comum dentro da selva da nossa existência.
Mas minha ótica é profética e minha esperança é respaldada pela Palavra. Creio em avivamento, creio numa geração de leões despertados que acreditam que ainda é possível ver gente que não queiram xingar porque estamos presentes, que não queiram contar piadas obscenas porque os leões estão presentes e é preciso respeitar seu território. Creio numa geração de filhos que pedem a benção aos pais, ao saírem e ao entrarem, porque os leões estão presente (Fp 2.15). Medite nisto e restaure marido, sua figura de respeito dentro de casa, através do você fala, restaure o respeito devido, a sua esposa, tal qual leoa do lar que deve ser respeitada por seus filhotes.Trabalhe a mentalidade de seus filhos para que se comportem nesta geração como filhos de leão e portanto,temidos pelas hienas e não vistos como possibilidades de serem devorados por elas.
Leões Influenciam seu habitat Natural
O terceiro e último princípio naquela noite foi uma exortação a sermos a geração da virada. O tempo que temos vivido é o tempo da inversão de valores. Toda mudança comportamental é resultado de influência e neste processo, vence o mais influente. Basta olhar para o modelo de família que temos hoje e facilmente se entende o que estou querendo dizer. Pergunte-se: A família está influenciando a sociedade ou a sociedade é que está influenciando a família? É fácil a resposta. Em certa igreja onde estava ministrando um seminário de Cura Interior,o pastor local me confidenciou que uma de suas ovelhas, adolescente, engravidou após ter copiado a atitude de uma adolescente de uma novela que decidiu que ter relações com seu namorado. Influenciada por este personagem, a jovem seguiu a mesma vereda, só que na vida real, o resultado foi mais uma mãe precoce de um filho sem pai definido.
Pais leões influenciam pelo rugido e alteram o ambiente pela presença. Eles não deixam sua casa a mercê das hienas televisivas, nem de qualquer predador que furtivamente se escondem por detrás das moitas densas da internet, devorando a mente de nossos filhos.
A segunda maior prioridade de um líder é a Influência, portanto considere, isso e decida quem influenciará seu habitat natural, mas primeiro decida que ele será influenciado por você. Decida ser gadita, decida ser leão, defina seu habitat natural,através das Demarcações de novos territórios, da Atitude de Respeito e da Influência do Ambiente. Este, por sua vez, poderá tornar-se em um Habitat Sobrenatural, ou seja, um ambiente que sobrepuje as mazelas da nossa própria natureza e seja conforme a natureza do Leão da Tribo de Judá (Ap 5.5). Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
“Quando Isaque já estava velho, e se lhe enfraqueciam os olhos, de maneira que não podia ver..” Gn 27.1
Esta ministração fala de quatro aspectos sócio/espirituais que invadem a família, quando a alma de seus componentes envelhece. São eles: A Perda da Visão de Valores, a Destruição da Expectativa de Futuro, Desejos Egoistas e o Agir perto do fim. O envelhecimento do patriarca Isaque envolve esses quatro aspectos que por sua vez apontam muito mais para uma disfunção comportamental do que um simples envelhecimento cronológico. Creio que a pergunta mais importante que precisamos fazer no decurso dos tempos, a medida com que os anos passam, é: no que estamos nos tornando? Com o passar dos anos, no que tem se tornado seu casamento? No que sua família tem se tornado? E quanto aos seus filhos, sua posteridade, no que tem se tornado? Ao envelhecer, Isaque Perde a Visão de Valores, pois não foi capaz de reconhecer o próprio filho. Percebeu sua voz de Jacó, mas não discerniu seu coração enganador.Quando envelhecemos na alma somos capazes de ouvirmos a voz da palavra mas somos incapazes de compreendermos a linguagem do coração. Reflita nisso.
Isaque revela o segundo fator quando mostra que sua expectativa de futuro estava destruída, dizendo:“...Eis que agora estou velho, e não sei o dia da minha morte; toma, pois, as tuas armas, a tua aljava e o teu arco; e sai ao campo, e apanha para mim alguma caça;”e faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; a fim de que a minha alma te abençoe, antes que morra.” Não havia em Isaque um projeto de futuro mas sim a expressão de um desejo transitório do presente.Famílias sem futuros não possuem projetos no presente. Pense nisso.
O terceiro fator, ou os Desejos Egoísta revela-se na expressão: “faze-me um guisado saboroso, como eu gosto”. Família envelhecidas na alma são assim, estão ocupadas com interesses pessoais e “ai” daqueles que não fizerem as coisas do jeito que gostamos. Você já se aborreceu esta semana por que não fizeram seu guisado do jeito que você gosta? A satisfação dos nossos desejos egoístas pode ser o sepultamento da alegria dos outros. Anote isso.
O quarto e último fator é que quando envelhecemos na alma a deixamos para agir quando o fim está próximo. Isaque revela isto quando diz:” a fim de que a minha alma te abençoe, antes que morra.” Quantas vezes, dentro de casa deixamos para resolver as coisas ou sentarmos para uma conversa, somente depois que as feridas há muito se tornaram hóspedes da nossa alma. E quando vieram para ela trouxeram consigo toda uma bagagem de incontinência, intolerância e impaciência que inviabilizam qualquer diálogo familiar. Não deixe para agir perto do fim, chegue antes da morte, não deixe para ser uma benção apenas no fim de sua história. Considere isso.
Certa vez, numa conferência para família que fazia no sul da Bahia, uma irmã confidenciou-me que depois de tantos anos de evangelho descobriu que não tinha percebido tantas mazelas na família de Isaque. A confidência desta irmão, na verdade, é uma prova que as guerras mais silenciosas que travamos, estão dentro de casa, onde ninguém vê, ninguém percebe, a não ser aqueles que vivem dentro dela. Há neste exato momento muitas famílias que estão envelhecendo e casamentos que estão se deteriorando com o passar do tempo e a semelhança da família de Isaque estão gradativamente tornando-se cegas quanto aos valores, destruídas na expectativa de futuro, cheias de desejos pessoais e egoístas e deixando para agir dentro de seu próprio tempo e não de acordo com um despertamento de Deus. Me permita ousar e sendo assim crer que esta postagem é um despertamento divino para que sua casa não envelheça e seu casamento não se curve pelo peso do tempo e a força das circunstâncias adversas. Mas pelo contrário, que a sua casa seja rejuvenescida e não envelhecida e partidária como a casa do velho Isaque. Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
sábado, 3 de setembro de 2011
“Olhai para ele, e sede iluminados; e os vossos rostos jamais serão confundidos.” Sl 34.5
O comportamento dos meus dois filhos, Lucas e Matheus, são grandes referenciais e sinalizações de como me relaciono com Deus, na condição de filho. Seus dilemas, seus conflitos, seus desafios, me revelam muito do meu comportamento com relação a Deus. Creio que uma das grandes razões pelas quais Deus decidiu que eles seriam meus filhos, foi a de me mostrar como me comporto diante de meus desafios, conflitos e dilemas . É interessante como me encontro no comportamento deles e recebo do Pai, lições que me habilitam a cumprir sua vontade.Numa certa manhã em que a minha família estava envolvida na costumeira tarefa caseira para pôr a casa em ordem, Rani, minha esposa, cuidava de uma parte, Lucas, meu primogênito, de outra e coube a mim e ao Matheus,meu filho caçula, a organização do quintal. Matheus estava contrariado com a tarefa que havia sido designada a ele, pois enquanto varria, seu trabalho era interrompido bruscamente pelo vento que espalhava todas as folhas já varrida. Irritado, esbravejou dizendo que sua tarefa seria impossível de ser concluída devido a força do vento, devido a força da circunstância. Percebi que quando ele mudava de um lugar para o outro, era preciso retornar de onde saiu para começar tudo outra vez. “Oh pai”, dizia ele, “Vou parar”. ”Termine seu serviço”. Dizia eu. Como pai, jamais daria aos meus filhos metas que fossem inatingíveis ou desafios inconquistáveis. Sendo assim, cada desafio ou ordem que a eles dou, são exatamente do tamanho de sua capacidade. Então, em vez de insistir que me obedecesse, fiz com que Matheus parasse o que estava fazendo e olhasse para mim. Comecei a mostrar a ele que sua tarefa era possível de ser executada se tão somente observasse o pai enquanto o ensinava. Mostrei a ele que as folhas ao vento não eram páreo para sua capacidade e que sua atitude dali em diante deveriam ser de acordo com a visão dada pelo pai. Ah! como aprendi com Deus naquela manhã de fortes ventos. Aprendi que ao invés de reclamar dos ventos que espalham meus propósitos, devo mudar o foco de minha visão e saber que o que fez Pedro afundar, não foi a força dos ventos, mas sim o fato de ter atentado nele(Mt 14.30). Aprendi, enquanto ensinava, que quando digo para o Pai: “Vou parar”, Ele me diz: ”. ”Termine seu serviço, mas antes, olhe para mim e aprenda como se faz”. Aprendi que se o machado estiver cego e não se lhe afiar o ferro, é preciso redobrar a força mas que a sabedoria que vêm do Pai, resolve tudo com bom êxito(Ec 10.10)Aprendi que todo desafio do Pai é do tamanho da capacidade do filho e que enquanto fico reclamando dos ventos contrários, sou obrigado a voltar para fazer as mesmas coisas que já fiz. Assim sendo, decidi que não serei paralisado pelo vento embora não possa detê-lo. Decidi que enquanto olhar para o Pai, jamais serei confundido. Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
sábado, 20 de agosto de 2011
VOCÊ É O MURO
Perguntou-me o Senhor: O que vês, Amós? Respondi: Um prumo. Então disse o Senhor : Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo de Israel; jamais passarei por ele”.AM 7.7,8
Certa noite, antes de pregar e após uma adoração ardente, conduzida por minha esposa Irani, chamei um irmão para ser co-participante daquilo que pregaria naquela noite, onde os céus da revelação foram abertos sobre a Igreja Batista Shalom. Ao chamá-lo, quis me utilizar de seu vasto conhecimento na área de construção civil. A cena foi engraçada, pois o irmão foi surpreendido e todo apreensivo achou que teria que pregar no meu lugar. Com os olhos arregalados e o coração palpitante ele se recusava a permanecer ali, perante a igreja que ria-se do seu medo enquanto eu pedia a ele que nos ensinasse um pouco da sua habilidade na área de construção. Seu coração só teve sossego quando eu disse a ele que pregaria e que ele apenas seria um instrutor acerca de três tipos de ferramentas usados em uma obra. A saber: O Esquadro, o Nível e o Prumo. Assentei-me para ouvi-lo e ele nos deu uma verdadeira aula sobre estas três importantes ferramentas. Segundo sua explicação,o Esquadro serve para corrigir as direções a fim de que ainda que o terreno esteja torto, a casa fique na posição certa. A menos,dizia ele,que o dono da casa queira que ela fique torta de acordo com o tipo de terreno. Quanto ao Nível, este serve para tratar daquele tipo de construção que subiu demais ou ficou abaixo do nível da expectativa do proprietário. Já o Prumo trabalha com a verticalidade. Serve para saber se a construção não está, digamos, “subindo para o lado e não para cima”
Quantas ilustrações em uma noite só. Tomei a palavra de volta,para alívio do irmão que não imaginava o quanto havia me ensinado e que este ensino serviria de base para o que a igreja ouviu naquela noite e que passo a compartilhar com você agora.
Somos a construção de Deus, uma obra em estado de aperfeiçoamento(Fp1.6). Nós somos o Muro a ser passado pelo Prumo Divino.
Como em toda obra, precisamos passar pelo Esquadro Divino para retomarmos direções que perdemos na trajetória. As vezes discutimos com o Construtor pois queremos que a obra seja feita de acordo com o modelo do terreno onde estamos. Preferimos nos adequar a ele a ficar no esquadro. Há pessoas tão fora do Esquadro Divino que os que estão de fora precisam se entortar se quiserem entendê-los. Passe por uma casa torta e veja se você não precisará ficar de lado para vê-la melhor. As vezes somos assim por estarmos fora do Esquadro Divino nossa conduta dentro do nosso terreno torto,faz com que aqueles que vivem conosco tenham que se encurvar ao estilo do terreno torto da nossa alma. Há também a fase da obra em que O Nível Divino entra em ação porque no percurso da obra subimos demais. Quantas vezes não percebemos que nos desentendimentos e discussões familiares, nos excedemos, subimos o tom de voz, berramos gritamos , pois afinal de contas o nosso terreno foi invadido. Nos tornamos arrogantes, altivos e no bom sentido do termo, é preciso “baixar o nível”(Mt 11.29). As vezes na mesma obra é preciso subir o nível, pois as circunstâncias do terreno onde estamos sendo construído desnivelam nossas
expectativas, baixam o nível do humor e fazem descer a alegria.Porém, naquela noite, eu disse a igreja que das três ferramentas da ilustração, a mais importante, na minha opinião era o Prumo. Foi ele que Deus usou para revelar ao profeta Amós o que estava pretendendo fazer com o seu povo. No texto que serviu de base para a pregação daquela noite e que é a mesma desta postagem, diz que o Senhor estava sobre um Muro tendo um Prumo na mão(Am 7.7 ARA). Ele disse ao profeta que passaria seu povo pelo Prumo Divino. O interessante é que o texto diz que este Muro já tinha sido construído a prumo(eis que o Senhor estava sobre um muro levantado a prumo). Isso significa que originalmente, o Muro foi feito perfeito mas que com o passar do tempo entortou-se. Nenhum construtor faz uma casa para dar errado. Ao passá-la pelo Prumo o faz não com o propósito principal de procurar defeito mas sim com o propósito de reconduzir sua obra ao cumprimento de sua expectativa. “Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias .” (Ec 7.29 ARA).
Considerando que o Muro estava representando o povo de Deus entendemos que o propósito do Prumo Divino era a restauração da originalidade, a continuidade de uma expectativa interrompida. Quando Deus nos criou, de acordo com eclesiates, ele nos fez reto, mas nossas astúcias nos entortaram, nos fizeram perder a rota da verticalidade fazendo com que nos tornássemos horizontalizados, muito mais terrenos e carnais, do que celestiais e divinos. Creio que nestes dias que antecedem o fim de todas as coisas, Deus está chamando seus profetas e perguntando a eles:” O que vês?”
Pois o tipo de linguagem que temos, denuncia a qualidade da visão que possuímos. O que falamos de nossa vida, nosso cônjuge, nossas igrejas, revelam a visão que temos destas coisas. Acredito piamente na necessidade de uma visão profética dos muros da nossa própria existência a fim de que o Prumo Divino passe, não para juízo mas sim para dar continuidade ao Plano Original ,no qual fomos inseridos para sermos semelhantes à Deus e não torcidos como o diabo(Gn1.26; 3.14). Acredito ainda, que assim como todo prumo, o Prumo Divino é o padrão estabelecido por Deus a fim de que entendamos que para cada exigência dele há um modelo a ser seguido, um padrão para que possamos nos referendar. Me encontro alarmado com o padrão moral, social e espiritual que tenho visto. O padrão da família então, está gritantemente necessitado de padrão, de prumo.Maridos que precisam de prumo, mulheres e filhos totalmente desaprumados. Porém minha perplexidade não me paralisa pois acredito que Deus ainda têm seus “Amós”. Acredito em uma igreja reaprumada, acredito em famílias e casamentos realinhados pelo Prumo Divino, acredito que Deus ainda fala com, e por intermédio de seus profetas. Basta que tenham visão.Acredito que estes “Amós”dos últimos tempos, trabalham a fim de que aquilo que se entortou, volte a ser aprumado. Acredito que eles ainda dizem a esta sociedade que não anda direito: ”... Apruma-te direito sobre os pés”(At 14.10 ARA). Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
segunda-feira, 25 de julho de 2011
POR QUE NOSSOS PROJETOS FALHAM
Como destaque da palavra pregada,a igreja recebeu os seguintes ensinamentos: Por que nossos projetos falham?Porque as vezes não seguimos os degraus que nos ajudam a conquistar nossos planos,que são : O degrau da perseverança,o degrau da vontade de Deus e o degrau da promessa.
Mais uma vez a igreja foi desafiada a tomar atitudes a fim de que vejamos o natural se transformar em sobrenatural .Portanto vamos ficar firmes no terceiro degrau que é o degrau da promessa. Não sabemos o dia e nem a hora que vai se cumprir mas se ele falou vai acontecer. Tão somente subamos os dois primeiros degraus.
Você crê ?
Graça e Paz.
Matheus Joaquim
quarta-feira, 20 de julho de 2011
CELEBRAÇÃO NO ANO DA ATITUDE
“É preciso voltar ao local de onde saímos como prisioneiros da frustração, como portadores de uma indignação, pois só os indignados mudam contextos”; “Jesus, antes de dar a ordem que desafiaria os discípulos a tentarem outra vez, formou a mentalidade deles através do ensino,pois a ignorância ou o conhecimento insuficiente são fatores que nos reprovam na escola da vida”. “Só quem possui uma mentalidade transformada pela Palavra daquele que entrou em nosso barco, como Jesus entrou no de Pedro, será capaz de tentar outra vez, pois toda atitude nasce de um decreto da mente. “
À Igreja Batista Shalom, Em Rio das Ostras, foi dito pelo Pr.Marcos Joaquim, “A vida se refere à existência, tempo de existência e modo de existência “esse foi um trecho dito na mensagem Tente Outra vez, neste domingo marcante, tempo em que a igreja em Rio das Ostras celebra o Ano da Atitude, ensinando e contagiando todo o seu povo com a Palavra e com a vibração dos discípulos desta igreja em um dia marcante no ministério Missão Proclamar e em toda a Igreja Batista Shalom.
Este domingo festivo de aniversário de casamento do casal e de um culto com uma palavra especial culminou com o aniversário do Pr.Marcos Joaquim, (o ano do jubileu) comemorado no dia 5 deste mês. Com tudo isso, cremos como igreja,que será iniciada uma nova etapa ministerial com descobertas e novas revelações. Você crê?
Lucas Joaquim
domingo, 8 de maio de 2011
MUDANÇA DE FOCO
Graça e Paz amados,
Quero pedir a você a honra de ler um trecho do meu livro Mudança de Foco que será, se Deus quiser, lançado agora em Maio. O propósito precípuo desta obra literária é dar extensão ao ministério que Deus me comissionou, isto é, despertar, construir e reconstruir vidas através da palavra escrita e proclamada. Boa leitura e que Deus te use para juntos que, juntos, possamos estabelecer na terra,o modelo de vida dos céus.
“Oro sinceramente, para que nestes últimos tempos que antecedem o fim de todas as coisas, Deus levante uma geração de intérpretes de sua vontade, isto é, de gente que seja portadora e transmissora de uma Palavra Profética. Que essa gente não se ocupe em apenas preconizar um futuro triunfalista, mas que nos ensine um bom caminho no presente. Oro ainda, para que esta mesma geração de líderes, pais e etc, tenham Visão Manifesta e jamais percam o verdadeiro sentido da vida e a razão nobre da nossa existência. Uma geração de gente que se relacione com Deus por aquilo que é e não somente por aquilo que faz. Que os púlpitos das igrejas sejam plataformas de transformações de alma e não de um mero estado social. Que se encham os altares de gente ocupada em dar pessoas o que precisam e não o que lhes interessam. Mais profetas, mais visionários.
A solicitude do meu coração mistura-se com o temor de que a próxima geração seja vítima de nossa pobreza profética e visionária, a semelhança do que aconteceu no tempo de Samuel que foi o último juiz do povo de Israel. O tempo dos Juízes foi o período de maior corrupção moral, social e espiritual deste povo. Faltava neste tempo uma liderança contextualizada, razão pela qual por quatro vezes o livro de Juízes utiliza a seguinte expressão.
“Naqueles dias não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos”(Jz 17.6; 18.1; 19.1;21.25)
Temo que a geração de nossos filhos seja vítima de um esvaziamento espiritual que abre espaço para espíritos religiosos tão ascendentes em nossos tempos.
Quando há ausência de uma Palavra Revelada e uma Visão Manifesta com verdadeira ação profética não se pode perpetuar a ação transformadora de Deus. Observe o que a Bíblia diz sobre a geração posterior a que saiu do Egito. Veja como a corrupção moral, social e espiritual quando não confrontada por uma geração profética e visionária destrói o futuro da família.
"E foi congregada toda aquela geração a seus pais(morreram), e outra geração após eles se levantou(nasceram), que não conhecia o Senhor, nem tampouco a obra que fizera a Israel.” (Jz 2.10)
Triste relato sobre uma geração sem nenhum conhecimento de Deus embora seus antecessores o tenham conhecido. Que o Senhor nos livre disso e seja este tempo, um tempo de Palavra Revelada e de Visão Manifesta.
Em função da ausência da Visão Manifesta, e conseqüentemente, a presença da Cegueira Gradativa, o povo de Israel estabeleceu famílias mistas. Essa mistura foi além de laços consangüíneos pois envolveu valores e princípios que resultou em filhos com uma linguagem diferente.
"Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. E seus filhos falavam meio asdodita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua de cada povo.” (Ne 13.23,24)
Famílias sem valores e princípios geram filhos com linguagem diferente. Filhos que foram gerados no Lugar de Costume e não no Lugar de Deus. Conceda-nos Deus, sermos uma geração como Rúben, que precavendo o futuro de seus filhos construiu um altar que serviria de memorial para a geração vindoura. Vivendo distante de onde ficava o lugar de culto, Rúben resolveu fazer um altar semelhante ao do Tabernáculo, um altar de grande aparência. Rúben preocupou-se com a futura geração e quando questionado sobre o porque do altar ele respondeu:
“... para que entre nós e vós e entre as nossas gerações depois de nós, nos seja em testemunho...” (Js 22.27)
Deus falou com Samuel antes que a lâmpada do templo se apagasse (I Sm 3.3), antes que a possibilidade de enxergar se extinguisse. De semelhante modo, Ele quer falar com você dentro de um tempo oportuno, de acordo com sua própria capacidade em mudar, pois você é capaz, saia do Lugar de Costume.”
Você crê?
Graça e Paz
Marcos Joaquim
quarta-feira, 23 de março de 2011
O CAMINHO YARAH. ENTRE POR ELE
QUEM SOMOS? ALGUÉM SE HABILITA A RESPONDER? PARTE II
quarta-feira, 16 de março de 2011
QUEM SOMOS? ALGUÉM SE HABILITA A RESPONDER?
Quem ousa responder a pergunta feita há milênios, por filósofos, poetas, cientistas e até mesmo profetas? Creio que a vida está repleta de perguntas difíceis de serem respondidas e esta é mais uma delas. Ao terminar esta leitura, tente responder diante de um espelho, quem é a pessoa que você está vendo nele. Certa vez, quando ainda criança fitei o espelho do banheiro da minha casa por alguns minutos e depois , inesperadamente o quebrei. Até hoje não sei porque fiz aquilo. Quantas vezes nos flagramos fazendo coisas inesperadas até mesmo por nós? Quantas vezes tomamos atitudes que desagradam aos outros inclusive a nós mesmos? Disse o apóstolo Paulo:"Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto( Rm 7.15)
Independentemente de qualquer idade, quando somos interrogados por alguém, sobre quem somos, o máximo que conseguimos fazer é citar o nosso nome, ou quando no máximo, dizemos o que fazemos, nosso ofício, nossa profissão e no caso de uma criança, o nome de seus pais. Sim, desde crianças somos incapazes de responder sobre a complexidade do nosso próprio ser. O Rei Davi era, diz a Bíblia, segundo o coração de Deus e até ele perguntou acerca do ser humano. Não ouso nesta postagem tentar responder a esta pergunta milenar, mas trago nela um conteúdo com o propósito de provocar em você, atitudes com relação a sua existência e o padrão do nosso comportamento com relação as pessoas e as vidas que conosco se relacionam . Antes, no entanto, desafio você a não ter medo de perguntas pois elas provocam reflexões, denunciam o nível do intersse, já que desinteressados não fazem perguntas. Perguntas provocam debates e se forem feitas de modo correto, fazem nascer respostas certas.
Não sabendo responder quem somos posso afirmar, no entanto, dois fatores que contribuirão na construção do ser, a saber: O que somos determina o que fazemos e o que fazemos determina o que temos.
Como diz a Bíblia: " E, assim, se alguém está em Cristo, É nova ciatura; as coisa antigas já passaram; eis que se FIZERAM novas( IICo 5.17)
A própria natureza nos mostra esta realidade. Um cachorro late porque é cachorro e não é cachorro porque late. Isto é, aquilo que ele é, sua natureza, foi quem determinou seu comportamento. Há relacionamentos que estão doentes por causa do comportamento do outro. Passamos a vida tentando fazer as pessoas pararem de fazer certa coisas ou para que passem a fazê-las. Mulheres que reclamam da desatenção de seus maridos. Maridos que reclamam da imcompreensão de sua mulheres. Tudo em vão pois todo esse FAZER é resultado do SER. Se queremos atitudes novas precisamos de uma mentalidade nova e é isso que constói o Ser.
A transformação do ser vêm pela renovação da mente(Rm 12.2) e esta é a proposta desta postagem. Pense de acordo com aquilo que Deus diz em sua Palavra e que dentre as coisas que você precisa lêr, algumas já estão expostas aqui nesta postagem Não passe pela vida amargurado por tentar mudar e não conseguir, nem passe a vida tentando mudar os outros, mas tome a atitude de a cada dia dia adquirir uma mentalidade nova, acerca da vida, das pessoas, de você mesmo e acima de tudo, de Deus.
Aquele que cresce em conhecimento e percepção, aprova coisas excelentes(Fl1.9,10).
Na próxima postagem continuarei este assunto, se Deus quiser, onde falarei sobre: O que fazemos determina o que temos. Por enquanto aproveite este espaço de tempo e vá para o espelho,conforme recomendei no início da postagem, lá no seu banheiro, onde ninguém possa acusá-lo de doido e pergunte a pessoa à sua frente: "Quem é você?" e diga a ela : "Acabei de lêr uma coisa que me fez acreditar que há esperança para nós dois". Você realmente crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
POSSUIMOS UM ALTAR
Neste último domingo fomos, mais uma vez, surpreendido por Deus com uma palavra de confronto e de despertamento. Neste ano da Atitude, entendemos que existem, em nossas vidas, áreas específicas que precisam ser reparadas e revalorizadas. O Altar é uma delas. O texto acima afirma categoricamente que temos um Altar como parte preponderante de nossas vidas e não meramente um lugar elevado no templo de nossos cultos, como consideram alguns. Em todo relacionamento entre Deus e o homem, no decurso de sua história, sempre existiu, entre ambos, um altar. Noé sai da arca e estabelece um Altar, como símbolo da Aliança(Gn 8.20,21); Abrão foi chamado por Deus para que fosse o patriarca de uma nação e ao obedecer, por onde passava construia duas coisas significantes: uma tenda e um altar. Ao sair desmontava a tenda mas o altar permanecia, pois tendas são passageiras, mas altares são permanentes(Gn 12.8,9). Deus ao chamar o homem para andar com ele outra vez, através de Jesus Cristo, estabeleceu como critério um Altar entreposto entre a morte e a vida, que chamou de Cruz. E é exatamente sobre este Altar que a carta aos Hebreus se refere.
Há, pelo menos, quatro aspectos para os quais apontam para o significado de Altar e que tive a honra de compartilhar com a igreja. Todavia passo a explanar apenas um como assunto principal desta postagem.
Creio que nosso maior desafio no momento é o estabelecimento de um novo nível de um relacionamento com Deus. Por "novo" nível entenda-se por uma dimensão relacional que ultrapasse a linha de quem pede e de quem ouve, pois é assim que se têm entendido nestes últimos dias o que têm sido chamado de relacionamento com Deus. Ou seja, o homem que pede e o Deus que ouvi. Minha proposta nesta postagem é chamar a atenção para a necessidade de restaurarmos nosso altar como símbolo de um relacionamento estabelecido na Entrega . Isso mesmo, esse é o primeiro aspecto abordado no domingo passado ao qual passo a compartilhar aqui.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O VALOR DE UMA ATITUDE PARTE II
Você já parou para pensar sobre a importância de uma Atitude? Já parou para pensar que toda Atitude tráz consigo uma recompensa benéfica ou maléfica,dependendo do tipo de atitude que tomamos? Já pensou que muita gente não chega a lugar algum porque não tomam Atitudes?E que estas mesmas pessoas não descobriram que Desejos sem Atitudes geram sonhos utópicos? Resolvi começar esta postagem com esta bateria de perguntas porque entendo que perguntas provocam reflexões, que por sua vez provocam confrontos e confrontos geram mudanças. Estou provocando você porque eu mesmo tenho sido provocado a atravessar 2011 tomando Atitudes que irão edificar um futuro desejável e, particularmente, acredito que futuro não se espera, futuro se constrói e isso envolve Atitude.
Preguei neste último domingo mais uma mensagem sobre Atitudes e juntos encontramos no texto acima sei princípios gerados de uma Atitude dos quais compartilharei três, aqui nesta postagem. Espero que esta ministração provoque você a ultrapassar as fronteiras da mesmice e a ousar entrar no território daqueles que colheram porque plantaram, que viveram suas próprias histórias e não as contadas por outros. Que redefiniram seus destinos por causa de novas Atitudes. No texto acima, os discípulos tomaram uma Atitude diante daquilo que ouviram e com isso nos ensinam três legados de uma Atitude.
Estou desafiando você a tomar novas Atitudes diante de velhas circunstâncias que até hoje insistem em permanecer inalteráveis. Estou provocando você a tomar Atitudes que reescreveram sua história ao invéz de ficar ouvindo a dos outros e as vezes lamentar-se por não viver o mesmo.
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O ANO DA ATITUDE PARTE I
Terminou 2010. O ano que entitulamos como o Ano da Decisão. Estivemos aqui na Batista Shalom, de acordo com a postagem de abril deste mesmo ano, envolvidos com este tema e sendo desafiados a tomarmos decisões a fim de desatarmos nossas vidas que , as vezes, permanece presa pelas indecisões da nossa parte. Contudo, aprendemos que toda Decisão é teórica, interna, invisível e que somente é provada através da Atitude. Partimos do princípio de que toda Atitude é uma Decisão posta em prática. Entendemos que o mundo espiritual exige uma atitude visível para a revelação do invisível. Por isso o verbo se fez carne(Jo 1.14), por isso o arrependimento exige manisfestação do pedido de perdão(Lc 3.8). Sendo assim entramos no Ano da Atitude e mergulhados nesta visão queremos, através da obediência aos Estatutos da Palavra, caminharmos para um modelo de vida que expresse no visível, a grandeza do Deus Invisível.
Começamos o ano de 2011 debaixo deste texto de Jo 21.6, onde aprendemos sobre o Valor de uma Atitude, aprendemos que uma a titude nos projeta ou nos faz desaparecer. Nos honra ou nos envergonha, tudo dependerá do valor que dermos a ela. Os discípulos no texto que abre esta postagem, obtiveram grande êxito na pesca em função de terem feito o que Jesus tinha dito "Assim fizeram". Ou seja, para Deus não basta apenas o fazer mas também a maneira como se faz. No caso dos discípulos, o que fizeram já tinha sido dito pelo Mestre, portanto, no Reino, toda Atitude deverá ser baseada naquilo que o Senhor já disse, pois sua Palavra é irrevogável e seus decretos geram frutos(Is 55.9,10).
Saimos de um ano de Desisões para entrarmos no Ano de atitudes, certos de que somente quem tomou uma Decisão será capaz de tomar uma Atitude. Sim, chegou o tempo de desatarmos o que está preso pela falta de atitude, para isso convido você a mobilizar-se em oração e na leitura das próximas postagens, pois vamos imergir neste propósito. Veremos com mais detalhes o Valor de uma Atitude, quais os Tipos de Atitudes que Deus requer e, principalmente, Como tomar uma Atitude. Os discípulos tiveram uma grande pescaria porque decidiram tomar uma atitude mediante a uma ordem expressa. Esse é o segredo da conquista e a chave que abre portas transformando planos frustrados em êxito."Jesus disse" e "Assim fizeram". Lembre-se que a queda da humanidade não começou com uma indução para que Eva comece do fruto proibido, mas sim com o diálogo sobre o que Deus disse(Gn 3.1).
Baseie suas Atitudes naquilo que Deus já disse e não no que sua própria experiência ordena, a fim de que seus projetos por melhores que pareçam não se tornem como o de Pedro que de forma independente disse:"vou pescar" e nada apanhou. Mas faça como os discípulos que ao ouvirem o comando do Mestre procederam conforme a Palavra e transformaram frustração em sucesso. Isso fez com vissem posteriormente que era Jesus quem falava com eles. No Reino de Deus é assim: Toda Visão começa com Audição. Só enxerga coisas novas quem obedece a velhas ordens.
Você crê?
Feliz 2011. Feliz Ano da Atitude
Marcos Joaquim
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
DERRUBANDO AS PAREDES DO LAR -PARTE FINAL
Quero nesta última etapa das ministrações sobre como derrubar as paredes de inimizades, de separação e de limites territoriais da família, expressar minha gratidão, em primeiro lugar, a você que leu divulgou e, principalmente, intercedeu por esse bem tão precioso que é a família.
Vimos anteriormente que Deus através de Josué, derrubou as paredes de Jericó tendo como estratégia, a Restauração do Sacerdócio e o O Estabelecimento de Princípios. Vimos também que o propósito de Deus não era unicamente dar uma vitória momentânea ao seu povo, mas sim o de resgatar uma família inteira como foi a de Raabe. É deste ponto que passo a compartilhar a terceira e última estratégia divina na queda de Jericó e creio que assim também será contigo, comigo e a tantos quantos desejamos alcançar.
Devido a nossa permissividade e por vivermos em meio a geração da indiferença, a cultura de Jericó têm norteado o comportamento da família moderna, com toda sorte de resistência aos valores de Deus e da sua Palavra, como também têm prostituido os lares baixando o preço da família. Como resultado disso, o lar tornou-se o maior centro deformador de personalidade.
O que recebemos de Jericó através da televisão, literaturas e artes descomprometidas com o caráter de Deus, reflete dentro de casa. O que é aceito dentro de casa, desemboca nas salas de aula, nas igrejas, nos relacionamento interpessoais de nossos filhos, o que por sua vez, é o reflexo de uma posteridade doente e distante do significado de família.
Este era o ambiente de Raabe, que foi providencialmente levada para um novo ambiente que não somente lhe salvou do juízo mas também estabeleceu a possibilidade de que através dela uma nova posteridade viesse a surgir. Morando no meio do povo de Deus, Raabe estabeleceu novos níveis de relacionamentos, novos hábitos e uma nova linguagem. Aliás uma nova linguagem é o grande agente que denuncia a qualidade da nosa alma. Alí, ela conheceu um homem chamado Salmon, casa-se com ele e deste casamento nasce um filho chamado Boáz. Boáz cresce, torna-se um homem muito próspero e casa-se com uma viúva, anteriormente casada com um sem-terra e a faz rica como ele. Chamava-se Rute e ambos têm um filho chamado Obede, que gera um filho chamado Jessé, que por sua vez veio a ser o pai do maior monarca de Israel, o rei Davi. Isso mesmo a ex-prostituta foi a tetra avó do rei Davi. Da prostituiçao de Jericó a nobreza de Israel. Deus fará assim com as nossas famílias, irá estabelecer através de nós uma posteridade nobre na terra. Não parou por aí, pois os pensamentos do Senhor são mais altos do que os nossos( Is 55.9). Da posteridade do rei Davi, veio o Rei dos reis e Senhor dos senhores, a saber Jesus Cristo.(Mt 1).
Como isso poderá acontecer comigo, você me pergunta? Neste último domingo preguei na Shalom, igreja que pastoreio, uma mensagem intitulada: Grandes Coisa são feitas a partir de Coisa Pequenas. Creio piamente nisto. Raabe tomou a pequena atitude de esconder os espias o que resultou na salvação da sua família inteira. Deus nunca irá perder para qualquer um de nós. Por mais que façamos, Ele sempre têm algo maior para nos dar (Ef 3.20,21). Apenas deseje começar a resgatar sua família. Planeje um futuro desejável. Decida que sua posteridade será bendita. Restaure o culto doméstico em seu lar. Decida não gritar e sim falar(Tg 3.2). Decida que sua circunstância, sentimento ou razão, não são maiores do que os decretos da Palavra de Deus e que a obediência aos seus princípios são incondicionais e ao mesmo tempo, a razão do cumprimento de todas as promessas de Deus sobre nossa posteridade. Decida, como Raabe, que se Deus decidiu derrubar as barreiras é porque Ele sabe o que faz. Portanto que se quebre e se perca todas as coisas, contanto que pessoas sejam preservadas. Porque coisas não substituem pessoas.
Creio que haverá um novo tempo para sua casa, que haverá um novo caminho para sua família e que suas novas atitudes estabelecerão a liberação do investimento do céu sobre a sua casa. E que caiam por terra todas as paredes. Eu creio e você?
"A sua posteridade será conhecida entre as nações, os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor. "Is 61.9
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
DERRUBANDO AS PAREDES DO LAR PARTE II
Quero nesta segunda etapa da série Derrubando as Paredes do Lar, dar continuidade a nossa tragetória bíblica ao redor das barreiras que impedem e tentam asfixiar o propósito de Deus para desenvolvimento familiar. Nesta segunda etapa analisaremos o segundo princípio usado por Deus através de Josué para derrubar as paredes de Jericó. Lembre-se, antes, que a Restauração do Sacerdócio, foi o primeiro princípio e que a finalidade de Deus na queda destas muralhas não se restringiram a vitória de seu povo mas também a salvação de toda uma família, a família de Raabe, a prostituta.
Ao ordenar ao povo que só pronunciasse qualquer som ao receberem sua ordem, Josué estava Estabelecendo Princípio, o que entendo ser de caráter inegociável ao desenvolvimento de qualuer casamento ou autenticidade de qualquer família. Isso mesmo, pois é impossivel estabelecer-se relacionamentos sem a incondicional obediência a princípios. Assim sendo o segundo passo de Deus a fim de derrubar as paredes de Jericó, foi o Estabelecimento de Princípios. Princípios são Leis inegociáveis e Condições para cumprimento de promessas. Um família sem princípios não têm leis, não têm regras. Filhos sem princípios estabelecidos e firmados no presente são delinquentes no futuro. E todo filho delinquente é filho de pais que delinquiram princípios, visto que a delinquência é a infração da lei.
Vivemos num dos nossos maiores dasafios sociais da história. O comportamento humano a cada dia torna-se mais desafiador ao modelo de Deus. Desrespeitar as regras, ultrapassar limites, subverter o sistema, são características comportamental dos jovens e adolescentes do nosso tempo. O maior desafio dos pais, hoje não é mais preparar para o futuro, mas sim tentar fazer seus filhos obedecerem. Isto quando já não sucumbiram nas águas da desistência. O maior desafio dos professores não é mais o aspecto cognitivo, da educação, mas sim de tentarem recuperar um pouco da moral em sala de aula como figura de autoridade. Por ministrar a família quase que durante o ano inteiro, deparo-me com este quadro dentro e fora da igreja. Maridos que desconhecem os princípios que regem seu compromisso enquanto sacerdotes e líderes do lar. Mulheres que ignoram seu papel de co-participantes no estabelecimento de um lar ajustado e filhos que desenvolvem suas próprias trajetórias por não encontrarem dentro de suas próprias casas referenciais respaldados em princípios.
Josué disse ao povo que se calasse até que a ordem fosse dada. Nisso aprendo que onde há desordem não haverá parades derrubadas, pois toda ordem resolve uma desordem. Vejo famílias que estão "gritando" demais. Há muito gente gritando, dentro de casa e sem ordem. Maridos gritando com as esposa, esposas gritando com os maridos e mais tristes ainda, filhos gritando com os pais. A Bíblia diz que no muito falar não falta transgressão e também que aquele que muito abre seus lábos arruina sua própria vida ( Pv 10.19; 13.3).
As gritarias dentro de casa, ou pelo menos o falar desgovernadamente faz com que o lar se torne o maior centro deformador de personalidades. O lar deveria ser o maior centro formador da nossa personalidade. Mas por causa de tantos desajustes as pessoas já saem dele, deformadas. Um aluno que enfrenta de igual para igual um professor em sala de aula, nunca enxergou nos pais, uma figura de autoridade a ser respeitada. Essa criança já veio deformada de casa, pois crianças não nascem prontas, elas são resultado dos nossos desenhos ou de nossa incompetência em bem desenha-las.
Princípios, como disse anteriormente, não são apenas Leis Inegociáveis, mas também Condições para Cumprimento de Promessas. Isto significa que não basta apenas termos muita fé de que Deus cumprirá todas as suas promessas com relação ao nosso casamento, nossas famílias e filhos, se não obedecermos incondicionalmente aos princípios que regem o cumprimento de tais promessas. Eliseu profetizou que mesmo não havendo chuva, os poços se encheriam de águas, mas era preciso que para que esta palavra se cumprisse, os que a ouviram cavassem poços e mais poços(II RS 3.16,17). Para que a palavra se cumprisse havia um princípio estabelecido. Cavar era a ordem. Preciamos cavar bem fundo se quisermos encontrar o alicerce que sustenta as paredes de inimizade, isolamento e limites da nossa família. Precisamos cavar o coração do nosso cônjuge a fim de acabar com a sequidão dos nossos relacionamentos. Precisamos cavar o solo árido do coração dos nossos filhos a fim de amolecermos o território onde se sustentam as paredes que deles nos afastam embora vivam,(as vezes) dentro do nosso próprio terrotório.
Finalmente Josué dá a ordem: " Gritou pois o povo....Tendo o povo ouvido o sonido da trombeta...(Js 6.20). Agora sim era preciso gritar. Agora sim a ordem tinha sido dada. Toda ordem concerta uma desordem e por isso as muralhas foram derrubadas. Deus irá derrubar as barreiras, as paredes da nossa casa a partir do momento que fizermos tudo de acordo com a sua ordem. O povo só gritou quando ouviu o som da trombeta, o som do Shofar. O Shofar era símbolo da voz de Deus e é ela que precisa prevalecer dentro da nossa casa. Portanto, fale conforme a Palavra, proceda conforme a Palavra, descubra os principios específicos que regem a crise que você está encarando neste momento dentro da sua família e estas paredes cairão.
" ....porque quando os teus juizos reinam na terra, os moradores do mundo aprendem a justiça". (Is26.9)
Você crê?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
DERRUBANDO AS PAREDES DO LAR PARTE I
Os homens armados iam adiante da dos sacerdotes que tocavam as trombetas; a retarguarda seguia após a arca, e as trombetas soavam continuamente." Js 6.4,9
Quero nesta terceira ministração as famílias iniciar uma série de princípios pelos quais as paredes que cercam o desenvolvimento da nossa familia poderão ser derrubadas.
Acabei de chegar da minha última viagem, do ano, fora do meu estado, o Rio de Janeiro. Estive no Município de Ubú, no Espírito Santo ministrando para casais e ali pude compartilhar algumas estratégias bíblicas a fim de que a família se torne modelada por Deus e não pelos cercos desta cultura contemporânea.
O texto acima, mais do que a vitória de um povo frente a uma muralha, aponta para alguns princípios que Deus utilizou a fim de que tais muralhas fossem derrubadas, A queda das muralhas de Jericó, inclui como um dos pontos principais, a salvação de uma família inteira. Não apenas Raabe, mas também toda sua família, foram beneficiadas pela queda das muralhas. Mais do que simples paredes, as muralhas de Jericó simbolizavam os mesmos aspectos que cercam as família moderna, as famílias do nosso tempo. Paredes aponta para divisão e as famílias de hoje, apesar de coabitarem debaixo do mesmo teto, estão divididas. Já não se senta mais a mesma mesa. Cada um pega seu prato e come no lugar de sua livre escolha dentro de casa. Não há compartilhamento de dores e alegrias, não se planeja junto. As paredes dentro de casa apontam para inimizade, ou seja, assim como Israel e os moradores de Jericó estavam ocupando o mesmo espaço geográfico, porém divididos por uma parede. Assim também tem vivido as famílias do nosso tempo, isto é, cada um ocupa seu pedaço de chão no mesmo território. Que ninguém se atreva a invadir o pedaço do outro, que ninguém ultrapasse as linhas divisórias do diálogo limitado, que ninguém toque nos assuntos proibidos pois correm o risco de serem " detonados" .
Paredes na família significam limites de expansão territorial, Quando assistimos na televisão programas de reforma de casas, é comum vermos os construtores dizerem que derrubaram algumas paredes a fim de aumentarem os espaços. Pois é isso que acontece quando as barreiras do nossos relacionamentos doentes, são derrubadas, os limites que impedem o avanço e que nos obrigam a viver anos a fio do mesmo jeito, são removidos . Isso faz com que não mais vivamos dentro de casa, oprimidos e reclusos em nossos próprios guetos sentimentais.
Na primeira parte desta ministração que intitulei de Derrubando as Paredes do Lar, darei a primeira estratégia que Deus usou para derrubar Jericó e salvar uma família inteira.
O termo original para sacerdote é Kohen, ou aquele que se coloca no meio, portanto a idéia de um sacerdote é a de uma pessoa que intermedia, que intercede, que se põe no meio a favor de alguém. Uma das coisas, na Bíblia, que fez Deus ficar "admirado" foi a ausência de intercessores a fim de que a terra não fosse destruída. Certamente, Deus estava admirado com a Geração da Indiferença
Viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor....,(Is 59.16;)
Busquei entre eles um homem que se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruisse; mas a ninguem achei,(Ez 22.30).
Sim, a Geração da Indiferença gestou filhos transgressores e destituiu o ofício sacerdotal como instrumento de educação. São sacerdotes que na sua indiferença já não fazem diferença entre o santo e o profano e como resultado disso temos o modelo de filhos que temos visto(Ez 22.26).
Este artigo portanto é uma convocação sacerdotal. É um grito de despertamento áqueles que ainda possuem os sentidos exercitados e que não se assentaram na cadeira da negligência nem adormeceram na cama da indiferença. Convoco você que tem me dado a honra de lêr meus artigos que esta semana ore por um despertamento de sacerdotes e sacerdotisas, pais , pastores e líderes que entendam que o modelo de nossa família somos nos quem decidimos e que não pode ser determinado pela cultura de Jericó. Precisamos de sacerdotes que entendam que a prostituição de Jericó não era apenas de Raabe mas que atingia todo o sistema da cidade e que só acabou com ação sacerdotal liderada por Deus através de Josué. Que o nosso tempo se encha de sacerdotes que enxerguem que estamos no meio de uma Jericó cujo o sistema está cheio de prostituição e que prostituir-se não se limita a uma questão física mas significa também, "baixar o preço". Com isso entendo que nossos filhos, nossas famílias tem um preço que pode ser abaixado. Quanto custa sua família? Qual é o preço dela?
A minha não está a venda e a sua?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
domingo, 28 de novembro de 2010
HOMENS PRA VALER
Paz amados, são 23:15 hs. Acabei de chegar ao hotel onde estou hospedado. Desde sexta feira estou aqui na cidade de Brasília, mergulhado num congresso para homens, onde fui o preletor e tive a honra de ver Deus formando homens de verdade, que ao meu ver, é a maior necessidade para transformação da família. Da janela do quarto posso ver a abundante chuva que rega a terra da nossa capital e espero que isto seja um sinal profético para tudo quanto foi destilado nestes três dias.
Estou escrevendo esta postagem em cumprimento a nossa trajetória semanal onde estarei postando estudos sobre a família e pondo desafios de intercessão. Entendo que começar falando sobre os homens é o meio mais estratégico para alcançar a família. Em uma das ministrações deste congresso, abordei aceca do texto acima, quando Jetro, sogro de Moisés, orienta seu genro a preparar líderes, homens que fosssem capazes, tementes a Deus e de verdade.Passo aqui a compartilhar um pouco do conteúdo deste congresso. Creio que a maior razão dos distúrbios familiares é a crise de identidade, e quem não conhece sua própria identidade, jamais fará o seu verdadeiro papel. Vivemos num tempo em que filhos não identificam a figura de autoridade de seus pais porque esses , não reconhecem sua própria identidade. Portanto tornam-se incapazes de assumirem seu verdadeiro papel.
"Homens pra valer", foi o tema do congresso, e esse tem sido o "grito silencioso" de socorro de esposas e filhos. Sim, precisamos de homens que no temor de Deus, sejam verdadeiros jardineiros de seus lares. Que cumpram a ordem dada, por Deus a Adão, o primeiro homem a cair da verdade: Cultivar e Guardar o jardim(Gn 2.15).
O homem moderno tornou-se negligente, indolente. Não reconhece que a liderança da casa é sua resposabilidade e que liderar não é mandar, mas sim, ser capaz de tomar atitude e influenciar. Sim, estas são as duas maiores prerrogativas de um líder.
Oro para que todas as palavras semeadas no congresso e as que você está lendo agora, formate em sua mente, novos conceitos, bem como naqueles a quem você deseja alcançar.
Oro para que você, que não se conforma em ser apenas um homem, mas além disso, de Verdade, seja capacitado por Deus a influenciar essa geração. A tomar atitudes novas de compromisso, responsabilidade e investimento em sua família, de acordo com os princípios de Deus.
Oro para que você como homem assuma a sua casa e não jogue suas responsabilidades pessoais e intransferíveis sobre sua mulher. Oro a fim de que ao lêr este artigo você lidere seus filhos modelando o caráter deles com o exemplo da sua própria atitude e que não transfira essa responsabilidade para os professores deles. Oro para que a vida espiritual da sua família não exista apenas nos cultos da igreja, mas que seja uma continuidade do que ela recebeu em casa. Oro e convido você a juntar-se a mim na intercessão destes três alvos durante toda esta semana. Oro e creio e você ?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
sábado, 20 de novembro de 2010
FAMÍLIAS EM EXTINÇÃO
Contudo a história não para, mas vai sendo contada em capítulos que se subdividem sobre cada geração que surge. Cada geração carrega consigo seus desafios devido as transformações sociais que de tempo em tempo desafiam essa atual geração a manter os antigos valores estabelecido pelos pais.
É com essa visão que sou movido a escrever este artigo em favor da família. Esta instituição divina que sofre diante dos desvalores e quebra de princípios que temos visto. Quero desafiar você, que dentro e fora do Brasil, têm sido um leitor dos meus artigos. Me ajude na divulgação deste trabalho, envie a outros, ponham comentários e vamos juntos definir um modelo social que expresse o caráter de Deus e de sua Palavra.
Semanalmente estarei postando uma mensagem e junto colocarei motivos específicos de intercessão em prol da família.
Estou debaixo de alguns decretos que estão norteando o comportamento das famílias da Igreja Batista Shalom, igreja que pastoreio. Quero compartilhar com você algumas dessas mensagens a fim de que você, sua família e as pessoas a quem você deseja alcançar sejam modelados.
Tenho ministrado que toda família precisa ser edificada sobre três legados: A Fomação de uma Mentalidade, a Lapidação do Caráter e o Estabelecimento de uma Cultura. Estaremos debruçados sobre este tri -pé durante as próximas semanas. Acompanhe, ore e divulgue.
Não permita que a sua família seja vítima das deformações sociais que desencadeiam na ruptura dos princípios morais e espirituais.
Creio no poder da palavra escrita, por isso estarei escrevendo princípios baseados na insubstituível Palavra de Deus a fim de que você aprenda como formar uma mentalidade de acordo com a ótica de Deus, dentro da sua casa(Dt 4.9). Como lapidar seu caráter e o de seus filhos para que sua casa seja uma expressão de uma Identidade Divina(Dt 6.6,7). Veremos como estamos, diante do possível desafio de estabelecer uma cultura que seja influente e não influenciada por este tempo(I Pe 2.11).
Estamos no meio de um dos maiores desafios no que se refere a sobrevivência da família.
Quer saber o porquê? Porque toda liderança influencia seus liderados de modo direto ou indireto. Por exemplo, um pai ausente influenciará seus filhos fazendo um estrago na personalidade deles. Estaremos, no ano que vem debaixo de um governo que se estabelecerá no cenário político sem nenhum referencial de família, sem a presença do homem como referencial de autoridade e que de modo indireto, contribuirá para uma apologia a tão desejada "família moderna", onde a monogamia ou casamento hétero não são mais valores absolutos mas sim questões meramente relativas.
A família está em extinção, mas não para aquelas que estão debaixo de uma Aliança, por isso, para essas haverá luz, haverá revelação(Ex 10.23; Jo 8.12)
Todavia, no meio desta turbulência quero prestar minha contribuição a favor da família. Mas não posso ir sozinho, preciso de ajuda, de pessoas inconformadas e que tenha ótica profética e, as tais enxergam para além das circunstâncias.
Você é uma delas ? Eu também.
Graça e Paz !
Marcos Joaquim
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Viagem a Israel
domingo, 24 de outubro de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O PREGADOR E A LIXEIRA
Numa bela manhã ensolarada, decidi fazer um concerto na lixeira que fica bem em frente ao portão da minha casa. Munido de martelo e pregos em minha pequena caixa de ferramentas, comecei o trabalho. Quando comecei a pregar, percebi que tinha comigo três classes de pregos. A primeira classe sucumbia diante das minhas marteladas e fixava-se firmimente na madeira. A segunda, quando o martelo batia em sua cabeça resvalava e como se estivesse furiosa rodopiava e caía longe do lugar onde eu estava trabalhando. Já a terceira classe entortava-se diante das marteladas e diferentemente da segunda classe permanecia no lugar da pregação mas de modo torto.
Enquanto fazia meu trabalho comparei a primeira classe de pregos com a vida de muita gente que diante da pregação da palavra, aprofundam-se na verdade e permanecem fixos nela ( II Tm 3.14).
Outros, como a segunda classe, vão embora porque sua mentalidade é inegociável, e quem não negocia com Deus sua maneira de pensar não é conquistado por Ele. E aquele que por Deus não é conquistado torna se conquistado pelo diabo.
Talvez a terceira classe seja a pior. São aqueles que estão dentro mas estão tortos. Diante de cada pregação não se firmam mas se entortam.
Percebi com esse fato que não poderia contar com alguns daqueles pregos para o término do meu trabalho e que se dependesse deles teria que pôr o lixo no chão, em vez da lixeira. Com isso, quero dizer algo a você que tem ouvido muitas pregações, a você que me dá a honra de lêr este artigo. Não pule para longe diante das "marteladas", diante das pregações. Não fique torto no lugar. Receba a pregação e coopere para que o lixo vá para o lugar certo e não se espalhe nas ruas. Porque é exatamente pela falta de pregação ou pelas fracas "marteladas"que temos visto, que essa sociedade está a cada dia se afundando no lixo da imoralidade, da prostituição, isto é, do pecado.
Não é a minha palavra como o fogo, diz o Senhor e martelo que esmiúça a penha(Jr 23.29)
Você crê?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
segunda-feira, 5 de abril de 2010
O ANO DA DECISÃO
O ano de 2010 iniciou para mim e para aqueles que tenho tido a honra de pastorear com um desafio que vai além de uma mera palavra. Decisão é a chave que destranca os processos emperrados da alma, do espírito e de todas as áreas da vida. Entendo que existem coisas em sua e em minha vida que não foram desatadas por causa da força diabólica, mas sim pela ausência de Decisão humana. Acredito que este ano será o início de uma nova etapa na vida de muitos por causa de decisões que serão tomadas . Deus não gosta de indecisões, pois a indecisão é a vergonha dos medíocres enquanto a Decisão é o adorno dos extraordinários. Em toda crise é preciso tomar decisões, em todo conflito precisamos decidir. Elias diante de tais circunstãncias exortou o povo a decidir. "Coxear entre dois pesamentos" é o oposto disso. Decisões sábias são tomadas através do discernimento e Deus quer capacitá-lo a decidir.
Decida ser uma pessoa melhor, decida ser um esposo melhor, decida ser uma esposa melhor, decida ser um filho, uma filha melhor.Vale ressaltar que a Bíblia não é uma coletânea de atos heróicos, mas sim um manual de vida que nos desafia a uma constante tomada de decisões a fim de vivermos de acordo com ela se quisermos ter uma vida abençoada. A cegueira de Bartimeu cessou quando ele decidiu aceitar o convite de Jesus(Mc 10.50); a lepra de Naamã desapareceu quando ele decidiu obedecer e mergulhar no rio conforme a palavra do homem de Deus(IIRs 5.14). Você está sendo desafiado a decidir.
Quero encerrar dizendo que tudo quanto Deus tem para realizar com relação a você, seu ministério, sua família, seu casamento, já está decicido. Só falta você decidir o que quer , onde quer chegar e quem almeja ser. Deus não está indeciso quanto ao que vai fazer. Ele sabe muito bem o que quer a seu respeito.
"Eu bem sei os planos que tenho a vosso respeito."(Jr 29.11)
Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim

