TRADUTOR
terça-feira, 11 de novembro de 2014
CASAMENTO REAL. VIVENDO OS PRINCÍPIOS DO REINO NO MATRIMÔNIO
sábado, 11 de outubro de 2014
A INSTRUÇÃO E O ENSINO
Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir, e, sob as minhas vistas, te darei conselho. Sl 32.1
Tudo que atravessa a história, passa pelo processo da transformação de acordo com as exigências do tempo. Todavia, o que passo a considerar nesta postagem é se aquilo que a sociedade do nosso tempo está passando é o que se chama de Transformação Social ou Deformação Social? Por quê? Pergunta-se. Porque aquilo que é Transformado sofre alterações na característica presente para adquirir uma aparência nova e diferente no futuro. Mas aquilo que é Deformado, não apenas perde a característica do presente, mas também torna-se desfigurado no futuro. Assim sendo, um olhar sincero no modelo de vida desta sociedade, indubitavelmente, nos confirma tais deformações. Uma sociedade, uma geração necessitada de Instrução, Ensino e Conselhos que remodelem e Transformem a geração dos nosso filhos a fim de que sejam salvos das Deformações deste tempo.
Davi, sem sombra de dúvidas foi um homem ocupado na arte de instruir, educar e aconselhar. Erros à parte, Davi, ao escrever inspirado por Deus, comprova com o texto acima e também através das palavras de seu filho Salomão( Pv 4.1-7), que educar no presente garante a qualidade de vida no futuro. Há, no entanto, que se entender que educar não se refere a um aglomerado de informações verbais que um pai transmite a seu filho. A Palavra acima mostra que há dois elementos formadores do caráter do homem quando este é educado biblicamente. A Instrução, do hebraico Musar, significa "corrigir", "disciplinar". Isso pressupõe que a Educação tem como propósito precípuo promover correções disciplinares a fim de impedir, curar e deter as Deformações sociais que são oriundas de realidades espirituais. Estamos observando uma geração de jovens e adolescentes incorrigíveis e indisciplináveis, não por serem casos perdidos, mas pela ausência de educadores cheios da Palavra que influenciam sua geração com educação Musar. O segundo elemento formador é o Ensino, do hebraico Yarah, que por sua vez significa "lançar em linha reta", direcionar o fluxo". A educação pautada nos princípios da Palavra exige que cada ensino não seja apenas palavras ouvidas, mas que nos projete para o futuro, pois mais importante do que aquilo que ouço agora é o que faço com ele depois. A Educação Bíblica direciona o fluxo que teve seu trajeto deformado. Conheço casamentos, famílias e filhos que por causa das deformações deste século saíram dos rumos da expectativa de Deus, mas que a educação da Palavra redirecionou. Por isso escrevo esta postagem, por que estou ávido por um reavivamento dos Mestres para este tempo. Pais e Líderes que reassumam o fluxo e apliquem princípios, tal qual Paulo, aquele que depois de Jesus, pode ser considerado o maior educador do novo testamento, que educava a seu filho na fé Timóteo. Mesmo em tempos de contrariedade e deformações de valores sociais e espirituais, o apóstolo não se furtou ao ofício de Mestre mas educou seu discípulo a fim de que se tornasse uma extensão de sua própria história( II Tm 3.16,17).
Por isso creio que a Educação Bíblica muda gerações quando os Mestres, pais pastores e líderes entram em cena e Instruem corrigindo e disciplinado. Ensinam lançando em linha reta e direcionando o fluxo. Eu creio, e você, crê?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
quarta-feira, 16 de abril de 2014
COMO LIVRAR SUA FAMÍLIA DO NAUFRÁGIO
Foi debaixo desta Palavra que, junto com minha esposa, Rani, passei três dias ministrando no segundo encontro de Casais da Assembleia de Deus de Anápolis, GO, sob o tema: COMO LIVRAR SUA FAMÍLIA DO NAUFRÁGIO. O evento aconteceu na cidade de Caldas Novas. Foi um tempo de curas desafios, confrontos e despertamentos na área familiar. Três dias, quatro ministrações que versaram sobre os seguintes princípios: Princípios da Ordem, do Limite, do Modelo e da Execução. Um seminário que tenho ministrado em Conferências para Famílias, pelo Brasil e fora dele. Compartilharei, de forma bem resumida, este seminário que dura em torno de oito horas.
Deus estabeleceu medidas definidas para a Arca. Um lar sem medidas definidas é um barco a à deriva. Filhos sem limites ultrapassam as medidas e morrem afogados no dilúvio de sua própria existência. Maridos sem limites sucumbem aos apelos e gritos que que vem do lado de fora da sua própria arca. Esposas sem limites assumem papéis de sacerdotes distorcendo os princípios estabelecidos por Deus.
O Princípio do Modelo.
Deus estabeleceu para Noé, como deveria ser o modelo da Arca. Pois além de ser um Deus de medidas exatas, Ele tem sempre em mente como deseja que seja feito (Jr 29.11). Um dos maiores flagelos sociais dos nossos tempos é a perda dos referenciais e consequentemente a falta de modelo. Vivemos num tempo de relativização dos absolutos onde certo e errado deram lugar ao que julgamos ser bom ou ruim. A geração de Noé já estava afogada no dilúvio da sua própria trajetória para longe de Deus. O dilúvio foi apenas o sepultamento desta realidade. Ser Noé nesta geração não significa apenas ser modelo, mas também um preservador do padrão divino. Uma das expectativas de Deus para Noé é que preservasse vivos aqueles que com ele estariam na Arca (v.20). morte na Bíblia não é o término de uma existência e sim o corte de um relacionamento. se dentro da nossa Arca não há relacionamentos , então o que estava do lado de fora passou para o lado de dentro. Entrou a morte. Por esse motivo Deus mandou que a Arca fosse betumada por dentro e por fora. (v.14). Assim sendo, o que está dentro não pode sair e o que está fora, jamais poderá entrar. Betume sua Arca.
O Princípio da Execução
O texto termina dizendo que Noé fez tudo conforme Deus mandou. Portanto, creia que mais importante do que tudo o que você acabou de ler, é aquilo que você fará com o que leu. O que nos muda não é o que ouvimos da parte de Deus, mas sim o que decidimos fazer com isso que dele recebemos.
Você crê?
Graça e Paz.
Marcos Joaquim
terça-feira, 8 de abril de 2014
FACEBOOK. DE DEUS OU DO DIABO? O VEREDICTO É SEU
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
A RESTAURAÇÃO DOS CELEIROS
O livro de Ageu é um livro transformações sociais, materiais e espirituais através de voz profética. Esse admirável profeta convoca o povo a um processo de restauração pois a devastação assolava a nação como resultado da quebra de aliança com Deus. O sacerdócio estava falido e a presença profética empobrecida. Usado por Deus, Ageu diz que a reedificação da casa de Deus liberou o céu sobre a terra. Assim sendo entendemos que quando a casa de de Deus é restaurada, ou seja, quando a igreja se posiciona na restauração de valores e princípios a devastação social, a escassez espiritual, são saradas (Ag 1.10,11).
O quadro apresentado acima coaduna com a realidade dos nossos dias. Famílias devastadas, pobreza moral, princípios desvalorizados e valores ignorados. Nossos celeiros estão sem sementes. Há uma urgente necessidade de restaurarmos a voz profética dentro da igreja, a casa de Deus, a cada dia a fim de a nossa casa seja frutífera e nossos lares sejam celeiros aptos a receberem as sementes (Ag 1.6). Deus usa o profeta e revela que apesar da maldição da escassez Ele abençoaria os celeiros. Há muitas famílias que estão debaixo de níveis de maldição e que precisam da benção em seus celeiros.
O terceiro termo é Arar, que significa aprisionar, prender, sequestrar. Nosso coração é o nosso maior celeiro. É dentro dele que depositamos as sementes de alegria ou amargura, de esperança ou incredulidade. Tudo dependerá de nossas próprias administrações. O que quero dizer é que muitos desses celeiros estão amaldiçoados,sem boas sementes, por que estão presos pela angústia, sequestrados pelos desânimos e prisioneiros da desistência. Nisso pergunto: Você crê na restauração de tudo isso pela obediência e compromisso com a voz profética? Eu creio por isso escrevo. Creio na restauração das famílias, nesses dias em que os púlpitos proféticos estão sendo restaurados, gerando uma palavra de restauração familiar a fim de que nossos celeiros sejam cheios de boas sementes e nossas famílias sejam pomares frutíferos.
Graça e Paz !
Marcos Joaquim
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
OS TRÊS NOMES DA NOSSA PERSONALIDADE
É comum encontrarmos, no meio evangélico, quem seja considerado ou considere um "Pedro" todo aquele que ainda não teve sua personalidade ajustada com os princípios da Palavra. Qualquer atitude destemperada, logo dizemos"É Pedro". Com facilidade comparamos nossos aleijões de caráter aos desajuste deste respeitável apóstolos. O apóstolo cujo o caráter variava nos tons e não se via uma definição da cor de sua personalidade. Nos esquecemos, no entanto, que o aperfeiçoamento do caráter é parte preponderante do trabalho de Deus na vida daqueles que crêem( Fp 1.6) e que permanecer no erro depois do conhecimento da verdade inviabiliza o trabalho de restauração(Hb 10.26).
Uma análise da vida de Pedro nos fará ver que o mesmo foi portador de três nomes que se relacionavam tanto com as cores de sua personalidade, quanto com as etapas de sua vida. Seu passado, presente e futuro.
Antes de ser Pedro, este discípulo efervescente chamava-se Simão, que é a abreviação de Simeão, ou como se traduz, Deus ouviu . Ao ser chamado para um padrão de vida diferente e melhor, o apóstolo não foi chamado de Pedro, por Jesus, mas sim de Cefas, que é o mesmo que Pedro, só que em hebraico, enquanto que Pedro é a designação grega de Cefas. O nome Simão é a representação do passado, das mazelas, da natureza indomável e do caráter absoluto e deformado deste homem que precisava ser domado. Todas as mazelas deste homem sempre esteve ligados aos nomes Simão e Pedro, e não a Cefas, com raras exceções. Quando Jesus avisou a ele que o diabo o requereu,o chamou de "Simão, Simão".(Lc 22.31). Ao cortar a orelha de um soldado com sua espada, foi chamado de "Simão Pedro" (Jo 18.10). Pedro, a designação grega para o seu nome é a representação do humanismo, da racionalização independente, pois assim era a forma grega de pensar. Mas, ao se converter, segundo a ordem do Mestre, passou a ser Cefas e apesar de ainda cometer alguns deslizes como tal, na maioria das vezes em que este nome era usado, revestia-se de um caráter de aperfeiçoamento.
Como Cefas, ele foi o primeiro dos doze a quem Jesus apareceu depois de ressuscitado(I Co 15.5); foi procurado por Paulo, que queria conhecê-lo,depois de três anos de convertido(Gl 1.18); foi considerado coluna da igreja(Gl 2.9). Em síntese, ele não era mais o Simão sem freio do passado, nem o Pedro mais ou menos do presente. Era um Cefas, nem mundano, nem grego humanista, mas com designação hebraica de pedra, de Cefas, o nome dado no princípio pelo Mestre.
E quanto a nós? Mudanças de nome sempre estiveram presentes no trabalho transformador do caráter, na Bíblia. Nomes apontam para o caráter, pois todas as vezes que nosso nome é mencionado, nossas atitudes é que se evidenciam. Ao ouvirmos o nome de alguém, a reboque, sempre vem um sentimento de alegria ou de tristeza, de saudades ou indignação. Tudo depende das marcas das atitudes que tal pessoa deixou nas trajetórias que fez. Com isso, creio que todas as vezes que o nosso nome é pronunciado no céu, ele provoca um tipo de sentimento no coração de Deus. Qual será? Creio que depende de que nome estamos falando. Se somos um Simão desgovernado do passado, um Pedro mais ou menos no presente ou um Cefas de futuro. Creio que precisamos de novo do evangelho que converte Simão em Cefas e que não se conforma com o Pedro instável que uma hora diz que vai até o fim mas que não aguenta até que o galo cante. Creio ainda, que muitos de nós ainda somos "Pedros" piores do que Pedro, pois este ouviu o galo cantar, lembrou-se da advertência dada no princípio, pelo Mestre e se converteu em Cefas . Mas tem muitos "Pedros" que o galo já cantou mas eles continuam cortando orelhas, inclusive as suas a fim de não ouvirem. Então, finalmente, creio que precisamos relembrar as advertências do Princípio para sempre ouvirmos a voz do Cordeiro e não, de vez em quando, o cantar do galo.
Eu creio e você?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
terça-feira, 3 de setembro de 2013
FAMÍLIAS. NOVOS CAMINHOS VELHOS PRINCÍPIOS
Precisamos não de idéias novas para salvar a família, mas sim de um urgente retorno aos velhos princípios, um regresso prioritário as veredas antigas. O profeta disse precisamos de uma posteridade que edifique ruínas antigas. Isto é, uma reconstrução de valores inegociáveis que jamais deveriam ter sido destruídos pela negligência da geração de seu tempo. A geração que antecedeu o profeta Jeremias permitiu a ruína de valores antigos e desprezou os fundamentos inegociáveis. O profeta Isaías então, diz que nossa posteridade deverão erguê-las outra vez. Então, surge diante da presente geração de pais, mães, maridos e esposas, o compromisso insubstituível de prepararmos a nova geração a fim de que sejam, como diz a Bíblia, Reparadores de brechas e Restauradores de veredas.
Foi nesta essência que o congresso em Canãa discorreu. Um tempo de desafios a fim de que sejamos discipuladores de uma nova geração e não meros pais biológicos. Um tempo de propostas para que nos tornemos curados de nossas lepras comportamentais através da obediência inquestionável aos princípios da Palavra de Deus.Um tempo onde aprendemos que Os Estatutos e os Preceitos de Deus, ou seja, suas Prescrições, nos dão Sabedoria e Entendimento, nos fazendo acertar o caminho de volta. O lugar de onde nunca deveríamos ter saído.
Família, Família, amada e sofrida Família. Quem dera pudesses ser ouvida enquanto clamas: Dai-me filhos saudáveis que perpetuem meus valores.
Creio que onde existe voz profética existe reconstrução de valores. Creio que onde existe quem não se curvou diante do modismo e modelo mundano da pós modernidade, há possibilidade de mudanças. Creio também que os tempos são difíceis, mas não foco meu labor sacerdotal na força das dificuldades, mas sim no poder das possibilidades, visto que tudo é possível ao que crê.
Creio que através desta postagem, surgirão profetas "encavernados" que resolverão sair da caverna da indiferença e verão que é preciso que se garanta na atitude do presente a edificação da família do futuro.
Creio que é possível a formação de famílias saudáveis e não de casamentos doentes que adoecem filhos. Creio no pedido de perdão, creio na liberação dele. Creio na força do diálogo, creio na oração feita pelo justo. Creio que meu objetivo através desta postagem será atingido. Levantar uma geração de inconformados com o atual modelo e que tornarão suas famílias num bem inegociável, resolvidos a não deixá-las por causa das circunstâncias. Que ao menos pergunte pelas Veredas Antigas e qual é o bom caminho(Jr 6.16). Porque quem pergunta comprova interesse, mas desinteressados não modificam contextos. Desinteressados perpetuam o caos.
Creio na Velha Bíblia que constrói Destinos Novos. E Você?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
DIZER E FALAR
" Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome." Sl 103.1. Ele não disse Fale bem e sim Bendiga.
Desse modo, resolvi escrever a fim de Dizer algo que construa a quem me tem dado a honra de ler o que escrevo, mesmo que não tenha muita coisa para Falar-lhes. A semelhança do profeta Jeremias, que sendo portador de uma palavra revelada, a escreveu a fim de dar diretrizes para o futuro através de princípios a serem obedecidos no presente.
Acredito que preciso Falar menos e Dizer mais, escrever mais. Acredito que minha pregação não precisa ser tão bem elaborada na Fala se for contundente e transformadora no Dizer. Acredito que meu êxito ministerial não consiste nos "tapinhas" nos ombros, após o sermão, pela bela Fala, mas sim nas atitudes daqueles que ouviram o que Deus disse e não, meramente o que escutaram da Fala de um pregador eloquente. Espero ter Falado pouco e Dito alguma coisa.
"A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder." I CO 2.4
Eu creio e você?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
LÂMINA DE OURO NA CABEÇA E PÉS NO CHÃO
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
A DÉCIMA TERCEIRA VOLTA
terça-feira, 7 de agosto de 2012
MISSÕES. RAZÃO DE SER DA IGREJA

terça-feira, 31 de julho de 2012
ATITUDE. UM DESAFIO E UMA URGÊNCIA PARA A IGREJA

Este foi o tema do 46º Congresso de Avivamento da Convenção Batista Nacional do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. Entre os dia 27 e 29 de Julho, estive na cidade de Itabirinha, que sediou o evento. Convidado pelo Pr Sidney Marcondes, presidente desta convenção, preguei em todas as noite do congresso em meio a uma multidão de congressistas que vieram de várias cidades vizinhas. Foi um tempo de conscientização para o fato de que mais do que conhecimento, precisamos de Atitude.
Vivemos num tempo onde o que não falta a igreja é conhecimento. Há bíblias de estudo para todos os gostos, seminários de capacitação em tudo quanto é lugar e livros para qualquer necessidade espiritual. Em síntese, a igreja está muito bem equipada. Falta-nos então a Atitude de transformarmos Conhecimento em Prática. Dias atrás preguei, na igreja que pastoreio, a Batista Shalom, sobre como termos nosso nome entre nobres e não entre a plebe, baseado em Pv 22.29. Meu objetivo nesta palavra foi o de despertar a igreja que chegou o tempo de resgatarmos o crédito da igreja no meio social onde vive. Que precisamos dar um basta a ideia de que a pior coisa do mundo é fazer negócios com crentes devido as práticas sujas daqueles que assim se consideram. Provoquei a igreja a crer que não existem crentes sem caráter mas sim gente sem caráter se dizendo crente. Nesta mensagem disse que todo aquele que se tornar perito em sua obra terá seu nome no meio dos nobres, como diz a Bíblia, mas que para nos tornarmos peritos, precisamos transformar conhecimento em Atitude.
Naquele congresso percorri o mesmo trajeto, provocando os congressistas a aceitarem o desafio de influenciarmos esta geração com atitudes e não com palavras sem frutos e sermões vazios que não convertem ninguém, muito menos, geram discípulos diligentes no fazer. No evento havia um número grande de pastores do norte de Minas Gerais, que também foram envolvidos nesta proposta. Foi um tempo muito especial para mim pois estive o tempo todo acompanhado por meu filho Matheus nesta viagem, que da mesma forma, foi desafiado a tomar atitudes ao invés de ser um mero ouvinte. Assim sendo, afirmo que retorno deste congresso munido de forte consciência de que viveremos tempos de um grande derramar de Deus, sobre a igreja brasileira a partir do momento que nossos discursos converterem-se em Atitudes. A partir do momento em que uma grande parte dos nossos púlpitos deixem de ser um palco de auto ajuda e se tornem em lugar de ajuda do alto. A partir do momento que prevalecer a voz profética que ensina que mas importante do que aquilo que ouvimos, é aquilo que fazemos com aquilo que ouvimos. Aliás, disse neste congresso que a Atitude verdadeiramente é uma Urgência para a igreja. Porém, mais do que isso, ela é uma Prioridade, pois tudo o que é Urgente é necessário que se faça logo, mas o que é Prioridade deve ser feito em primeiro lugar. Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
sábado, 21 de julho de 2012
BODAS DE PRATA
Dia 18 de Julho, Rani e eu completamos vinte e cinco anos de casados. Bodas de Prata. Lembro-me como se fosse hoje que ao recebermos os convites para o nosso casamento, separamos um e endereçamos ao primeiro convidado. Nele estava escrito: "Ao Senhor Todo Poderoso". Ainda o conservamos até hoje, entre os nossos documentos e papéis especiais. Ainda sem entendermos muito sobre atos proféticos, o fizemos na consciência que ao casarmos, não estávamos terminando uma etapa de namoro mas sim iniciando uma história que resultaria na construção de uma posteridade. Uma posteridade que hoje soma trinta e sete anos. Vinte anos do Lucas mais dezessete do Matheus. Nossas heranças. Filhos que não são meros resultados de uma consequência da vida de um casal, mas sim filhos planejados desejados e amados. Aproveito para dizer, depois de um quarto de século de casamento, que não escolheria outra pessoa no mundo para me casar que não fosse a Irani, minha Rani.sábado, 30 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
O SÉTIMO ANO

No sétimo ano [...] se animou entrou em aliança[...] II Cr 23.1
Debaixo deste texto, a Igreja Batista Shalom em Rio das Ostras, passou dois dias memoráveis e alusivos ao seu sétimo ano de existência. Chegou o nosso Shabat e estamos cheios de expectativas pois sabemos que no ano sabático, Deus envia uma colheita de frutos espontâneos(Ex 25.1-7). Debaixo deste mover, festejamos nosso aniversário com muita adoração, festa e comida, como é peculiar do povo de Deus em qualquer comemoração de uma vitória ou com as promessas de boas novas(Ne 8.10-12).
Tivemos a honra de receber a ministração confrontadora da Palavra pelo meu irmão e grande amigo, Ap Paulo da Batista Canaãn do Gama(DF). Fomos exortados e desafiados a conquistarmos uma nova mentalidade como estratégia irrefutável de conquista. “Quando uma ideia pré existente é mais forte do que a nova, a vida não muda.”disse o apóstolo.
Presente de Deus foram estes dias que só vieram embasar uma semeadura de Palavra de sete anos mas que necessitava de alguém que viesse regá-la a fim de que rompesse os limites da terra e se elevasse ao nível celestial. Como resultado, tenho hoje uma igreja decidida a romper com os costumes de uma igreja convencional e de programas (Como nunca o foi) e se tornar a cada dia um referencial na formação de discípulos que alimentem as multidões que virão(Como tem sido). Nossos frutos espontâneos. Você crê?
À Deus toda Glória
Graça e Paz!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
NÃO FOI A ROUPA QUE ENCOLHEU. OS FILHOS QUE CRESCERAM DEMAIS

“As vestes sagradas de Arão ficarão para seus filhos depois dele, para nelas serem ungidos e consagrados”. Ex 29.29
Sou totalmente convicto, de que somos chamados para sermos patriarcas em nossa história de vida, um iniciador de uma posteridade sacerdotal e que represente Deus na terra. Creio que a proposta do Evangelho para cada ser humano vai além de salvá-lo e levá-lo para o céu, mas também o capacita a iniciar uma história nova em cada uma de suas gerações. Acredito que meus filhos foram chamados para iniciarem uma posteridade saudável e debaixo de princípios espirituais divinos. Que aquilo que herdarem dos pais deverá ser transmitido aos seus filhos a fim de que através deles nossa história não seja repetida mas sim continuada e aperfeiçoada. Entendo que, como pais, somos modeladores do caráter e alfaiates da personalidade de nossos filhos, a fim de que possam usar as vestes sacerdotais que para eles passarmos. Há uma nudez em nossos dias que ultrapassa a exposição do corpo mas que revela os resultados da ausência de sacerdotes dentro lar. Nossa posteridade, nossos filhos, precisam de sacerdotes que transfiram para eles as roupas que vestiram, roupas que legitimaram sua identidade e autoridade. Quando um sacerdote morria, suas vestes deveriam ser passadas a seus filhos”(Nm 20.28), numa espécie de: “Viva como eu vivi e faça como eu fiz”. Ao morrer Arão passa a seu filho, suas vestes mas não teve autoridade para orientá-lo a seguir seus passos, o que na verdade deverá ser um alerta para cada um de nós, pais sacerdotes que estão debaixo do dever de transferirem para seus filhos suas próprias vestes. Para isso deverá adequar seus filhos para que caibam na roupa e não adequar a roupa para que caibam neles. É exatamente isso que temos nestes tempos de pós modernidade. É comum ouvirmos numa família que as roupas das crianças encolheram, tornaram-se curtas. Na verdade, foram as crianças que cresceram demais, a medida da roupa permanece a mesma. Cresceram tanto que transformaram liberdade em libertinagem; dever de obedecer em direito de responder e por ai vai.
No texto quer nos serviu de base, há duas intenções de Deus ao transferirmos as vestes sacerdotais para os filhos: A Unção e a Consagração. O propósito de Deus é que a transferência da roupagem sacerdotal como símbolo de Autoridade e Identidade dê, à nossos filhos, uma capacidade sobrenatural para fazerem coisas específicas e que sobrepuje as limitações e mazelas de sua própria natureza, através da ação do Espírito Santo na vida deles. Isto é Unção. E ainda, que sejam total e exclusivamente propriedade daquele que os criou. Até o fim. Isso é Consagração.
Convoco você a ser um sacerdote transferidor de uma roupagem para esta geração nua de valores. Convoco você a uma ação de resgate do sacerdócio familiar. Creio que a nudez da Autoridade do nosso tempo é resultado da perda da Identidade que é conferida pelas vestes sacerdotais. A embriagues de Noé provocou sua nudez dentro da própria casa e a conseqüência disso é que este fato repercutiu fora dela (Gn 10.21,22). A nudez do nosso sacerdócio dentro de casa sempre acarretará resultados fora dela. Deus nos livre da embriagues da insensatez. Mas também creio que ainda dá tempo, que ainda há uma geração de filhos dentro e fora das nossas casas, dentro ou fora de nossas igrejas, que estão clamando por sacerdotes que queiram ungi-los e consagra-los.
Você crê?
Graça Paz
Marcos Joaquim
terça-feira, 5 de junho de 2012
NA TRAJETÓRIA DA NOSSA EXISTÊNCIA, HÁ MUDANÇAS A SEREM EFETUADAS

Outras vezes ficava a nuvem desde a tarde até pela manhã; e quando pela manhã a nuvem se alçava, eles partiam; ou de dia ou de noite, alçando-se a nuvem, partiam. Nm 9.21
Bem vindos a quarta e última ministração da série A Trajetória da nossa Existência. O texto que nos serve de base revela a necessidade de constantes mudanças durante a trajetória da nossa existência. Deus estabelecera para o seu povo uma Direção, que deveria ser seguida no Tempo certo de acordo com a Ordem dada. É nesse processo que se desenvolve nosso relacionamento com Ele,e consequentemente,a qualidade da nossa existência. Visto que, indubitavelmente, quem com Deus se relaciona, indo além de simplesmente crer Nele, torna-se uma pessoa de qualidade. Há, no entanto, que se entender que os três processos anteriores(Direção, Tempo e Ordem)visam prioritariamente a transformação daquilo que somos a fim de nos tornarmos naquilo que deveríamos ser. Ou seja, filhos semelhantes a Jesus(I Jo 3.2). Tudo isso só se torna possível quando decidimos caminhar debaixo da Nuvem, debaixo da insubstituível presença de Deus.Quando alcançamos uma mentalidade sujeita as necessidades de constantes mudanças, pois quem não está disposto ou sujeito a Mudanças não altera sua trajetória, portanto terá que adentrar no futuro que sua rota escolhida o levará.
De tempo em tempo a Nuvem se movia(v 22), independentemente de circunstâncias ela se movia sob o mandado de Deus, isso fazia com o povo, a despeito de qualquer coisa ou tempo, entendesse que era hora de levantar acampamento a fim de alcançarem novos territórios através de novos rumos. Assim sendo, entendo que Deus de tempo em tempo deseja nos conduzir por novos rumos através da sua Palavra, nossa “Nuvem”.Há pessoas que pararam no tempo e no espaço, não mudaram, não mudam e acredite, muitas delas não mudarão. Nossa “Nuvem”, a Bíblia, é um livro de Mudanças e uma das palavras chaves do Reino é exatamente Mudança. É por ela que tornamos público o poder transformador do Deus que nos conduz para um futuro proveitoso quando interfere em nosso trajeto a fim de nos conduzir para o Dele.
Toda Mudança altera uma característica, quer seja para o bem, quer seja para o mal. No mover da Nuvem, os sacerdotes tocavam o shofar que por sua vez provocava no povo uma Mudança de postura, pois eram obrigados a olhar para cima a fim de testificassem o que acabaram de ouvir em baixo. Nisso, compreendiam que era hora de mudar de arraial. Creio que o êxito de uma pregação não está nos aplausos que ela provoca pelas mãos de quem a escuta, mas sim no levantar dos olhos de quem a ouve. Creio que a eficácia de uma pregação está na Mudança de postura que ela gerou nos ouvintes, fazendo com que estes olhem para cima e testifiquem que é assim como ouviram. Aliás, chego ao ponto de acreditar que a ausência de tão poucas Mudanças em nossos dias é resultado de uma pregação que só nos faz olhar para baixo. Mas, ainda existem sacerdotes aliançados cujas as palavras ainda fazem o povo estremecer e olhar para cima(Tocar-se-á a trombeta na cidade, e o povo não estremecerá? Am3.6).
Creio que estamos sendo convocados de tempo em tempo a Mudanças que nos aproximarão do coração do Eterno. Creio que cada mover da Nuvem é um chamado a fim de mudarmos nossa maneira de falar; nossa maneira de pensar; nossa maneira de agir. Creio que nossa Mudança não será resultado de um mero esforço humano, mas sim pela consciência de que mais importante do que aquilo que ouvimos é o que fazemos com aquilo que ouvimos, pois aquilo que ouvimos gera informação, mas aquilo que fazemos com aquilo que ouvimos é que gera transformação. Ou seja, Mudança.Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 23 de maio de 2012
NA TRAJETÓRIA DA NOSSA EXISTÊNCIA, HÁ UM TEMPO A SER VIVIDO

E, quando a nuvem se detinha sobre o tabernáculo muitos dias, os filhos de Israel cumpriam o mandado do Senhor, e não partiam.
Às vezes a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então à ordem do Senhor permaneciam acampados, e à ordem do Senhor partiam.
Outras vezes ficava a nuvem desde a tarde até pela manhã; e
quando pela manhã a nuvem se alçava, eles partiam; ou de dia
ou de noite, alçando-se a nuvem, partiam.
Quer fosse por dois dias, quer por um mês, quer por mais tempo, que a nuvem se detinha sobre o tabernáculo, enquanto ficava sobre ele os filhos de Israel permaneciam acampados, e não partiam; mas, alçando-se ela, eles partiam. NM 9.19-22
Bem vindos a terceira e penúltima ministração sobre A Trajetória da nossa existência. Estaremos vendo a importância de vivermos Tempos específicos e necessários ao nosso relacionamento com Deus e ao nosso próprio crescimento. A Nuvem era a representação exata da Presença de Deus que por sua vez determinava a qualidade do ambiente onde se encontrava o acampamento dos filhos de Israel no deserto. Não importava se o tempo era de perdas ou ganhos, quente ou frio mas o que importava é que Israel permanecesse debaixo da Nuvem. Caso ela se movesse Israel se moveria mas sempre permanecendo debaixo dela. Cada mover da Nuvem era um chamado para que Israel vivesse um Tempo novo. Acredito que estamos sendo chamados a vivermos novos Tempos, a entendermos melhor que cada Tempo vivido deixará resultado de acordo com o Modo como vivemos este Tempo, pois para todas as coisa há Tempo e Modo(Ec 8.5,6). Muitos de nós vivemos hoje , consequências ruins por causa do Modo errado como vivemos o Tempo passado. Nisso, afirmo que mais importante do aquilo pelo qual estamos passando, é o modo como estamos passando. As vezes, diz a Bíblia, a Nuvem permanecia parada por dias(meses), as vezes por poucos dias( semanas), as vezes um dia(horas). Para Israel, o que importava é que estavam debaixo de uma Direção e de uma Ordem, portanto precisavam respeitar o princípio do Tempo. Para ele, ainda que não houvesse uma resposta do motivo de tanto Tempo ou de tão pouco Tempo, prevalecia o fato de Deus, ainda que calado estivesse no controle.
Não sei que Tempo é esse que você está vivendo, mas posso afirmar que quem determina o clima em seu arraial, em sua casa, em sua igreja, não é a circunstância do deserto,mas sim a Presença da Nuvem, a Presença Insubstituível de Deus. Talvez você tenha, no decurso da sua Trajetória, se perdido da Nuvem, ou se conformou em ser, meramente, um seguidor dela. Como aqueles que vivem de apenas ouvir e ler para conscientização e não para mobilização, pois aqueles se mobilizam, são aqueles que andam de acordo com aquilo que ouvem, da parte de Deus. Não são meros seguidores mas decidiram que suas habitações seriam debaixo da Nuvem a despeito do Tempo que estivessem vivendo.
Creio piamente na verdade bíblica de o coração do sábio discerne o Tempo e Modo(Ec 8.5), assim sendo, precisamos discernir em Deus que Tempo é este que estamos vivendo. Se é Tempo de permanecer os dias necessários(meses e anos), se é Tempo de aguardar mais um pouco,mais uns dias pois a Nuvem já, já, vai partir(semanas), ou se está na hora de levantar acampamento(hoje). Creio que o seu interesse em conhecer a vontade de Deus, estabelecerá um novo nível de compreensão que o levará a ser guiado por ela(Sl 143.8). Digo isso firmado na convicção de que Deus revela sua vontade àqueles que o temem(Sl 25.12). Creio que estamos vivendo um Tempo onde Deus está movendo a Nuvem e assim fazendo os que dela se perderam, os que apenas a estão seguindo e os que debaixo dela estão, serão expostos. A que grupo, destes três você pertence? Creio que Deus está nos dizendo para que não nos movamos se Ele não se mexeu,para que esperemos mais algum Tempo se Ele está em silêncio. Mas também creio que Ele está dizendo a que não fiquem parados diante do seu mover que nem sempre é entendido pelas palavras(Nuvem não fala), mas pela linguagem das circunstâncias. Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 16 de maio de 2012
NA TRAJETÓRIA DA NOSSA EXISTÊNCIA, HÁ UMA ORDEM A SER OBEDECIDA

E a ordem do Senhor os filhos de Israel partiam, e à ordem do Senhor se acampavam; por todos os dias em que a nuvem parava sobre o tabernáculo eles ficavam acampados.Ex 9.18
Bem vindos ao segundo princípio que rege a Trajetória da nossa Existência, a Ordem. Vimos anteriormente a necessidade de termos uma Direção definida e que saímos da direção quando perdemos a rota. A saída da rota, por sua vez é resultado de nossas desobediências. O ato de desobedecer pode ser por querer ou sem querer, basta que consciente ou inconscientemente, transgridamos um princípio, uma regra, uma lei. Quantas pessoas você deve conhecer que foi multada por uma infração que nem se quer sabia que havia cometido?
Ao conduzir seu povo pelo deserto, Deus não estava apenas dando a ele uma Direção mas também ensinado-os a amarem a obediência. Isso mesmo, pois durante os quatro séculos de cativeiro no Egito, todas as gerações dentre os filhos de Israel, tinham aprendido a obedecer como resultado da dor e não do amor. Muitos filhos não aprenderam a obediência direta de uma educação do lar mas como consequência do sofrimento dos pais escravos. Costumo dizer aos meus filhos que mais do que obedecer a voz paterna é preciso desejar obedecê-la.
Vivemos em meio a um tempo de destruição de princípios e valores, mas ao mesmo tempo entendo que há sobre a terra uma voz profética a fim de resgatar valores inegociáveis. Com isso quero dizer todos as mazelas familiares, desajustes ministeriais, conflitos familiares, etc., são muito mais resultado de desobediência humana do que artimanha demoníaca.
Diz a Bíblia que o povo só se movia de acordo com : “À ordem do Senhor se acampavam, e à ordem do Senhor partiam; cumpriam o mandado do Senhor, que ele lhes dera por intermédio de Moisés”.(Ex9.23)
Precisamos analisar alguns fatores neste ponto. Há quem diga por aí que não segue homens tornando-se assim pastores de si mesmos. Ora o texto diz que Deus dava ordem ao povo por intermédio do homem Moisés. O sinal para a partida era o mover da Nuvem porém somente quando o Shofar era tocado o povo deveria desarmar acampamento( Nm 10.1,2). Isto significa que só entende a visão quando somos curados na audição. O povo não saía de forma desordenada, onde cada um fazia seu próprio trajeto, mas, pelo contrário, as pessoas estavam aprendendo que toda ordem conserta uma desordem e que, onde não há ordem , naturalmente se estabelece a desordem. Olhe para dentro de algumas famílias e procure nela um sacerdote que saiba tocar a trombeta no tempo certo, a fim de indicar seus filhos a obedecerem a direção certa, que eu lhe direi a qualidade destas casas. Mostrem-me uma casa, uma igreja, uma escola, onde cada um faz o que bem quer e eu lhe direi o futuro delas.
Precisamos resgatar o princípio da Ordem sob pena de sofrermos as consequências da ausência dela. Aliás mostre-me um profissional da educação satisfeito com o nível de obediência de seus alunos que eu te mostrarei o professor mais feliz da face da terra.
Quero finalizar fazendo duas considerações sobre a Ordem que tem sido dois princípios repetidos em minhas ministrações ao meu povo. Primeiro: Toda Ordem Divina é a Revelação de uma Capacidade Humana. Há coisas que Deus direciona, orienta. Há outra que ele ordena. Ora, ninguém em sã consciência dá uma Ordem a um incapaz. Se você dá uma ordem ao filho e se aborrece por ele não tê-la obedecido é porque você sabe que ele não usou o máximo de sua capacidade, pois sua ordem foi do tamanho da capacidade dele. Assim é Deus comigo e contigo. Pense nisso. A segunda consideração é: Toda Ordem é a Revelação de um Propósito. Quando uma ordem é dada e obedecida, cumpre-se o propósito de quem ordenou. Em Contra partida, toda desobediência destrói um propósito.Voluntária ou Involuntariamente. Pense nisso.
Creio que estas postagens é um mover da Nuvem para mim e para você. Creio que podemos reestabelecer o princípio da Ordem a fim de que o propósito divino se cumpra e não seja interrompido. Creio que somos uma geração chamada a olhar para cima mas que se move aqui em baixo de acordo com aquilo que houve. Creio que estamos sendo chamados a submetermos nossos ouvidos a voz profética e as orientações sacerdotais. Creio, por isso escrevo que o que mais precisamos no momento não é de mais seminários que concertem a família, mais livros que ensinem a igreja a ser igreja, mais programas para que os jovens se tornar ocupados na igreja, mais palestras para casais. Creio que estamos precisando muito mais de fazermos um pacto de obediência as velhas ordens esquecidas a fim de tornarmos nova a nossa trajetória. Eu creio e você?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim
quarta-feira, 9 de maio de 2012
NA TRAJETÓRIA DA NOSSA EXISTÊNCIA HÁ UMA DIREÇÃO A SER SEGUIDA.

Mas sempre que a nuvem se alçava de sobre a tenda, os filhos de Israel partiam; e no lugar em que a nuvem parava, ali os filhos de Israel se acampavam. Nm 9.17
Bem vindos a primeira das quatro ministrações sobre A Trajetória da nossa existência. Nela veremos que a primeira providência de Deus ao libertar Israel do Egito, foi direcioná-lo a fim de que mesmo em pleno deserto, eles tivessem uma rota definida. Tenho compartilhado com a igreja que pastoreio um princípio que trago comigo há tempo: Deus nem sempre nos responde mas nunca nos deixa sem direção. Há situações na vida que não precisam de respostas e sim de Direção, porque muitas das respostas que queremos não alterarão as consequências dos fatos ocorridos. Desejamos que Deus nos responda aos nossos “por quês” quando na verdade o que verdadeiramente precisamos é de Direção para sabermos o que fazer, quando não sabemos o que fazer.
O mover da Nuvem no deserto era a sinalização de Deus que era chegada a hora de continuar a Trajetória por novos rumos, pois cada vez que ela se alçava, o povo entendia que era hora de conhecer novos territórios que os conduziria a terra da promessa. Nosso relacionamento com Deus vai além do fato de crermos que ele nos salvou e nos libertou, mas envolve uma caminhada no mover do Espírito Santo que faz com que nossa trajetória seja qualificada por seus direcionamentos. Estar perdido no deserto da vida nos faz andar em círculo; quem anda em círculo vê sempre as mesmas coisas; quem sempre vê as mesmas coisas faz sempre as mesmas coisas e quem faz sempre as mesmas coisas sempre terá os mesmos resultados. Estar sem Direção é resultado de termos saído da trajetória, porque é a trajetória que define a Direção. Toda Trajetória leva a uma Direção definida, por isso que costumamos chamar de desviado, a uma pessoa que saiu da rota, que largou o ministério, deixou a igreja, abandonou a família e toda sorte de valores inegociáveis que o conduziria a futuro promissor.
Portanto, reafirmo que mais do que respostas, precisamos de Direção e para tanto é necessário mergulhar incondicionalmente na rota divina, na Trajetória de Deus que nos dará uma existência de qualidade. Mais do que soluções instantânea, seu casamento precisa de Direção. Mais do que uma resposta rápida seu ministério precisa de Direção. Mais do que milagres urgentes que resolvem atitudes erradas do passado, nossa vida precisa de Direção no presente a fim de conquistarmos um futuro desejável. Mas do que estratégias humanas, a igreja precisa de Direção Divina. Mais do que tomar uma Direção imediata, precisamos prioritariamente ser dirigidos, pois quem é dirigido é comandado e quem dirige está no controle(Sl 143.8,10). Chegou a hora de devolvermos o controle da nossa arca nas mãos do Eterno a fim de não ficarmos a deriva no mar da vida. A semelhança de Noé, cabe-nos administrar a arca, mas não nos cumpre a tarefa de dirigi-la. Afinal de contas, a arca não tinha leme e só quem sabe conduzir um barco sem leme será capaz de colocá-lo em terra firme( Gn 8.4). Vamos arrancar o leme, vamos olhar para cima. A nuvem está andando. Você crê?
Graça e Paz!
Marcos Joaquim.














